Fundos mútuos e ETFs: uma vantagem para o investidor

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Existem várias ferramentas disponíveis ao decidir investir suas economias. Os mais conhecidos e mais utilizados são, sem dúvida, os investimentos em títulos ou ações.

Qual é a melhor solução para um saver?

Títulos? Ações? Fundos? ETF? Uma condição essencial é que a gestão não seja feita diretamente pelo poupador final, mas que ele mesmo opte por confiá-la a operadores profissionais. Entramos, portanto, na perspectiva da economia administrada, uma opção fortemente recomendada por se tratar de um ativo fundamental para todos nós: a nossa economia.

Por que preferir fundos mútuos e ETFs para seus investimentos?

A proposta de investimento em um instrumento financeiro pressupõe que o gestor da carteira tenha um conhecimento profundo da empresa que emite o título. Se considerarmos o investimento em títulos e ações, nem é preciso dizer que, para uma proposta de portfólio com um mínimo de diversificação e, portanto, com 100 ações selecionadas em todo o mundo, a empresa que gerencia o investimento deve ter uma equipe de 20/30 pessoas dedicadas exclusivamente a investimentos e com um nível de profissionalismo que permite analisar todos os instrumentos de cada classe de ativos em todo o mundo. Pode-se deduzir que é quase impossível que, em uma única gestora, haja excelência em todas as classes de ativos.

Além disso, sem considerar as competências necessárias para fazer as escolhas certas de alocação de ativos, que representam o grande valor agregado da gestão e o principal impulsionador para o melhor desempenho. 

Fundos mútuos e ETFs: uma vantagem para o investidor

Os fundos mútuos, assim como os ETFs, foram criados para beneficiar os pequenos aforradores, com o objetivo de lhes permitir o acesso a carteiras profissionais bastante diversificadas, mas com valores modestos, como aconteceu na década de 1980 com os primeiros fundos equilibrados. A evolução contínua dos fundos mútuos e ETFs tem levado a uma especialização cada vez maior dos mesmos, por classe de ativos ou região, tanto que hoje são utilizados de forma extremamente eficaz por gestores profissionais para construir carteiras eficientes, de qualidade e de baixo custo.

O valor agregado da gestão de riqueza euclidiana

A Euclidea constrói portfólios para ter a melhor eficiência com baixo custo. Trata-se de definir a melhor alocação de ativos para cada cliente individual, acessando o melhor profissionalismo e habilidades de todo o mundo, de forma independente, através da escolha dos melhores fundos de investimento ativos, ou ETFs, disponíveis no mercado.

Ao escolher essa estratégia de investimento, fica indiferente ao debate se fundos ativos ou ETFs são melhores ou se gestão ativa ou passiva desses instrumentos são melhores. A Euclidea, aliás, na sua gestão de ativos investe apenas nas classes institucionais de fundos ativos, que muitas vezes possuem custos em linha com os ETFs. A escolha de investir em um fundo Euclidea ou ETF torna-se uma opção de gestão ativa: fundos ativos são substituídos por ETFs quando, para um único país, ou classe de ativos, os ETFs mostram-se melhores, ou quando as condições de mercado extremamente voláteis, não permitem que o gestor ativo produza qualquer valor agregado (alfa).

No que diz respeito aos investimentos, é importante sublinhar que a componente humana também assume grande importância, pelo que a Euclidea utiliza a experiência adquirida pelos fundadores na selecção do melhor fundo ou ETF gestores através de um processo de investimento estruturado e disciplinado implementado em um modelo quantitativo proprietário.

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